Quem nunca viu um oprimido clamar por direitos e igualdade, mas na primeira oportunidade virar opressor?

Isso é o mesmo que constatar Paulo Freire tão  discursado, mas pouco estudado e praticado nas escolas e nas quatro paredes da burocracia.

E eu, como fico? Uma professora cheia de defeitos, mas intolerante ao cinismo por vezes embutido na incoerência de certos pronunciamentos em nome da democracia.

Deixe um comentário