Desde o período pré-eleitoral de 2014 que não se teve mais tranquilidade na vida política do Brasil. Alguns fatos foram contribuindo para acirrar a polarização: protestos por mudanças no país de 2013, eleição da presidente Dilma por um pequeno percentual de votos, mobilizações contra a corrupção, impeachment de Dilma, prisão do ex-presidente Lula, manifestações Fora Temer, eleição do presidente Bolsonaro, oposição dos governadores do Nordeste ao presidente Bolsonaro, reformas etc e tal.

Fico a pensar: como será que estaria o RN se a governadora não fosse do PT ou de um partido de oposição ao Governo Federal? Li por esses dias que Fátima protocolou apoio ao projeto de Bolsonaro de Reforma da Previdência. É fato: ser Governo não é nada fácil. Na oposição vale tudo em nome da crítica, o discurso é pronto e afiado. Quando se tem folha de servidores pra pagar, fornecedores batendo às portas, um estado carente de ações concretas para crescer e uma população esperando que os serviços públicos funcionem  a contento, a coisa muda de figura e o discurso cai por terra.

A eleição de Fátima Bezerra foi muito importante para o RN. Com ela no Governo vi os mais radicais acalmarem os ânimos, sossegarem os espíritos, sumirem das redes sociais, silenciarem as críticas sempre tão ferrenhas direcionadas fosse a quem fosse que estivesse no governo, diante de medidas bem mais simples do que algumas que vemos agora.

Convenhamos: com Bolsonaro lá, em outras circunstâncias já estaria tudo parado por aqui. Será que estou errada?

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